Caso C&A.
Nestes últimos dias fui à C&A para ver de perto a coleção da Gisele Bundchen, e apesar de não ter gostado nem um pouco da coleção, que achei de acabamento, design e material bem mediano, fiquei muito feliz por ter entrado depois de tanto tempo na C&A.
Hoje, ao entrar na loja sinto um sentimento de esperança, sim, esperança. Consigo ver, ainda que um pouco distante, a identidade de lojas como Primark e H&M surgindo na raiz da loja C&A.
Diferente de alguns anos atrás, que a loja era sinônimo de baixa qualidade e baixos preços (gerando até um certo tipo de preconceito de muitas pessoas), hoje a marca passa informação de moda para a grande massa. Isso se deve a estratégia que ela vem adotando durante estes últimos anos, onde a C&A deixou de ser compradora de produtos e passou a desenvolver suas próprias coleções, dando unidade e atualidade as coleções.
Finalmente, podemos dizer que a grande massa consegue se vestir com informação de moda e isso me deixa muito esperançosa, pois estamos caminhando para frente neste quesito, e não para trás como é possível em vários outros setores e assuntos.
*Pronto!!! Falei!!!*